EMEF VINTE E UM DE ABRIL

A escola Vinte e Um de Abril iniciou suas atividades por volta do ano de 1865/1867, sendo que nesta época o professor designado para a comunidade de Sebastopol, comunidade onde a escola estava inserida, era mantido pela Colônia Provincial de Nova Petrópolis. A escola não possuía prédio próprio e as aulas eram ministradas em língua alemã.
Por volta de 1875 a escola deixou de ser mantida pela Colônia Provincial de Nova Petrópolis, passando a ser uma escola comunitária mantida pelos membros da própria comunidade.
Em 1941, através de um decreto, a escola foi nacionalizada, passando a ter uma organização seriada, pois até então a organização respeitava os ciclos da vida. As aulas passaram a ser ministradas na Língua Portuguesa, sendo que a língua e a cultura locais deixaram de fazer parte do ensino.
Até o ano de 1997, a EMEF Vinte e Um de Abril atendia os alunos num regime multisseriado, num prédio de alvenaria com apenas uma sala de aula.
Em 1998, a escola foi ampliada por meio da nucleação de quatro escolas situadas nas localidades de Barros Pimentel, Santa Isabel, Sebastopol e Sertória Baixa, todas no distrito de Vila Cristina.
Pretendia-se com a nucleação uma nova escola, que construísse sua proposta de trabalho de forma a atender as necessidades locais, que trabalhasse a realidade em que está inserida, valorizando a cultura, os costumes e tradições locais, garantindo o acesso e a permanência dos educandos, valorizando o processo individual e buscando alternativas para garantir a aprendizagem e o desenvolvimento pleno do aluno.
Pensando na realidade onde a escola está inserida e no aluno, optou-se pela proposta metodológica via tema gerador freiriano, com a organização por Ciclos de Formação.
As comunidades abrangidas pela escola são de origem alemã e estas cultivam a língua, as tradições e os costumes de seus antepassados. Isto faz com que muitas crianças cheguem à escola sem falar a Língua Portuguesa, dominando apenas o dialeto alemão.
O trabalho das professoras que atuam neste estabelecimento de ensino é de mediação, para que as crianças adquiram conhecimentos necessários para dominarem a nossa língua. Essa mediação acontece através da interação, da convivência diária, na troca de informações e no trabalho coletivo. Essa troca é viabilizada e concretizada, pois há um conhecimento por parte das professoras do dialeto alemão, sendo que uma delas domina a fala do mesmo, facilitando assim a comunicação entre aluno-professor e aluno-aluno na aquisição da língua padrão.
Além disso, há um incentivo e estímulo constante do coletivo de professoras para que as crianças desenvolvam o gosto pela leitura através de diversos livros e gêneros. Todas as ações são planejadas pensando na integração desses alunos ao ambiente escolar, sem deixar de destacar a importância de preservar e cultivar os costumes dos antepassados.
O grupo de professoras aplica as aulas planejadas no coletivo, fazendo uma avaliação constante da práxis pedagógica, num processo de ação-reflexão-ação, mas se sentem felizes com a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
Assessoras Responsáveis:
Ângela Maria Falcão / Gislaine Teresinha Roncarelli de Sales
A escola Vinte e Um de Abril iniciou suas atividades por volta do ano de 1865/1867, sendo que nesta época o professor designado para a comunidade de Sebastopol, comunidade onde a escola estava inserida, era mantido pela Colônia Provincial de Nova Petrópolis. A escola não possuía prédio próprio e as aulas eram ministradas em língua alemã.
Por volta de 1875 a escola deixou de ser mantida pela Colônia Provincial de Nova Petrópolis, passando a ser uma escola comunitária mantida pelos membros da própria comunidade.
Em 1941, através de um decreto, a escola foi nacionalizada, passando a ter uma organização seriada, pois até então a organização respeitava os ciclos da vida. As aulas passaram a ser ministradas na Língua Portuguesa, sendo que a língua e a cultura locais deixaram de fazer parte do ensino.
Até o ano de 1997, a EMEF Vinte e Um de Abril atendia os alunos num regime multisseriado, num prédio de alvenaria com apenas uma sala de aula.
Em 1998, a escola foi ampliada por meio da nucleação de quatro escolas situadas nas localidades de Barros Pimentel, Santa Isabel, Sebastopol e Sertória Baixa, todas no distrito de Vila Cristina.
Pretendia-se com a nucleação uma nova escola, que construísse sua proposta de trabalho de forma a atender as necessidades locais, que trabalhasse a realidade em que está inserida, valorizando a cultura, os costumes e tradições locais, garantindo o acesso e a permanência dos educandos, valorizando o processo individual e buscando alternativas para garantir a aprendizagem e o desenvolvimento pleno do aluno.
Pensando na realidade onde a escola está inserida e no aluno, optou-se pela proposta metodológica via tema gerador freiriano, com a organização por Ciclos de Formação.
As comunidades abrangidas pela escola são de origem alemã e estas cultivam a língua, as tradições e os costumes de seus antepassados. Isto faz com que muitas crianças cheguem à escola sem falar a Língua Portuguesa, dominando apenas o dialeto alemão.
O trabalho das professoras que atuam neste estabelecimento de ensino é de mediação, para que as crianças adquiram conhecimentos necessários para dominarem a nossa língua. Essa mediação acontece através da interação, da convivência diária, na troca de informações e no trabalho coletivo. Essa troca é viabilizada e concretizada, pois há um conhecimento por parte das professoras do dialeto alemão, sendo que uma delas domina a fala do mesmo, facilitando assim a comunicação entre aluno-professor e aluno-aluno na aquisição da língua padrão.
Além disso, há um incentivo e estímulo constante do coletivo de professoras para que as crianças desenvolvam o gosto pela leitura através de diversos livros e gêneros. Todas as ações são planejadas pensando na integração desses alunos ao ambiente escolar, sem deixar de destacar a importância de preservar e cultivar os costumes dos antepassados.
O grupo de professoras aplica as aulas planejadas no coletivo, fazendo uma avaliação constante da práxis pedagógica, num processo de ação-reflexão-ação, mas se sentem felizes com a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
Assessoras Responsáveis:
Ângela Maria Falcão / Gislaine Teresinha Roncarelli de Sales


